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Testamos o Honda FIT, clássico como o tubinho preto


Bete Carriço
bete@portalautomulher.com.br
Portal Auto Mulher

Há 15 anos no mercado e com 500 mil unidades produzidas no País desde 2008, podemos definir o Honda Fit como um clássico, como é o scarpin, o batom vermelho e o tubinho preto, que na versão EXL 2018 não tem nada de básico.

Dirigir um dos modelos mais vendidos da montadora japonesa é ter a certeza de prosseguir por um caminho com estabilidade e segurança. Quem já trabalhou com japoneses conhece bem a quase obsessão em fazer tudo com extremo perfeccionismo.

O resultado é um carro que chega à adolescência com maturidade suficiente para conquistar desde os mais jovens, sendo uma excelente opção para primeiro carro, principalmente nas versões mais em conta, até os mais velhos, ou melhor, menos jovens, que presenciaram a ampliação de seu público a cada lançamento anual da linha.

A versão EXL, o Fit top de linha, vem com bancos de couro, câmbio automático CVT (Transmissão Continuamente Variável), antes restrito a modelos mais caros, considerado por especialistas como o de melhor custo benefício para o sistema de transmissão automática em carros médios de passeio.

Essa versão também conta com alta  conectividade, com sistema multimídia sensível ao toque, GPS, entradas USB e Ipod, que dão acesso aos sistemas Android Auto ou Apple Car Play, dependendo do seu celular, e áudio bluetooth. O sistema de telefone possui ainda a opção hands free, em que a motorista não precisa tirar a mão do volante para as principais funções da central multimidia.

As novas lanternas oferecem o sistema de sinalização em frenagens de emergência ESS (Emergency Stop Signal). Em freadas bruscas, piscam automaticamente e de forma rápida e intermitente para alertar o condutor que vem atrás, minimizando o risco de colisões traseiras.

E também inclui 6 airbags, de cortina, que ajudam a proteger a cabeça do motorista e dos passageiros nos assentos laterais durante o impacto, direção elétrica progressiva, ar condicionado digital, marcador de temperatura externa, assistente de partida em rampa, câmera de ré, retrovisores externos com controle elétrico, ar-condicionado digital, paddle shifts (alavanca de câmbio manual), com opção de mudança de até 7 marchas, localizados atrás do volante, rodas de liga leve de aro 16 e ajustes horizontal e de altura do banco do motorista.

Há ainda o porta-objetos que pode ser utilizado como apoio para o braço e um porta-copos, localizado no painel do lado do motorista, e que também funciona como um ótimo local para colocar o celular. Todas as versões tem um porta-malas razoavelmente amplo de 363 litros.

O Honda Fit apresenta cinco versões incluindo uma manual. O Honda Fit DX Manual, Honda Fit Personal, Honda Fit LX CVT, Honda Fit EX CVT e Honda Fit EXl CVT,concorrendo diretamente com os recém-lançados Volkswagen Virtus e Fiat Cronos.

O novo Fit é equipado com o motor 1.5 i-VTEC FlexOne. Com etanol, esse motor gera 116 cv de potência a 6000 rpm e 15,3 kgfm de torque a 4800 rpm quando abastecido com gasolina, são 115 cv a 6.000 rpm e torque de 15,2 kgfm a 4.800 rpm.

Da menor para a maior versão, o FIT custa entre R$ 60.200 (DX) a R$ 82.900 (EXL), versão essa que o Portal Auto Mulher testou durante uma semana.

Com transmissão CVT (nas versões LX, EX e EXL proporciona uma resposta mais rápida, aceleração regular e linear, além de economia de combustível. Com gasolina faz 12,7 km/l na cidade e 16,3 km/l na estrada. Já com etanol, consome 8,3 km/l na cidade e 9,9 km/l na estrada.

 

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